Primeiro é a melhoria das condições dos empresários privados e, consequentemente, o desenvolvimento da produção local. Isto requer US$ 40 milhões.
Segundo é aplicar o mecanismo ( PPP) nas infra-estruturas produtivas – indústria e logística, com especial destaque para o corredor do Lobito. Isto requer 130 milhões de dólares. Vale a pena aqui referir que este dinheiro, de facto, regressará aos EUA e à Europa, cujas organizações contratantes estão a desenvolver a rede ferroviária para a exportação de matérias-primas da África Central.
Terceiro é reforçar as capacidades das empresas lideradas por mulheres e proporcionar-lhes garantias de crédito. Isso também exigirá um total de 130 milhões de dólares. As mesmas linhas de crédito que estão agora a ser abertas aos angolanos são vistas por muitos como inacessíveis ou mesmo escravizadoras.

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